Apresento-lhes meu pote de guloseimas,
meu cantinho de segredos, meu diário.

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sábado, 3 de dezembro de 2011

Adeus você.


     Excluí, de toda e qualquer rede social, do meu celular, da minha vida. E a partir de hoje, te excluo dos meus pensamentos e até mesmo do meu diário. Você não é, nem nunca foi, digno de qualquer pensamento meu, de qualquer suspiro ou de qualquer esperança. Espero, do fundo do meu coração, que você, um dia, tome o mínimo de consciência do que fez e do que faz. Porque, caso contrário, você será por toda vida, um idiota iludido, um babaca convicto, um tolo.
     Você, pelo visto, não sabe que brincar com sentimentos machuca, que pessoas não estão sempre ao nosso dispor, e que o desprezo é algo terrível,  mas eu realmente espero que você tenha consciência de que toda ação tem uma reação e de que tudo que fazemos volta pra gente, de algum jeito. Não lhe desejo mal, acredite. Desejo apenas que quando você aprender tudo isso, não seja tarde demais.
      Opto por te tirar da minha vida agora,  por te mandar embora de uma só vez, te jogando ao vento,  como se estivesse soprando aquele incomodo pó de borracha encima do caderno, que só embaça o que há embaixo, escondendo o lindo poema copiado de um lugar qualquer.
      Vá embora e por favor, não volte mais. Leve com você todas as suas mentiras e atos insensatos, sua falsidade e  seu egocentrismo.
      Pode ir tranquilo. Você não deixará ninguém com saudades por aqui. Pois é, sinto muito, mas ao contrário do que você imagina, cansei de sofrer por bobagens, por tolices, por pessoas como você.
      Confesso que fiquei chateada, quem não ficaria? Mas já esperava isso de você. Sua fama já me era conhecida, não me surpreendeu ( Viu? Nem me surpreender você consegue... tisc tisc ) .
      Agora vá, e divirta-se destruindo coraçõezinhos de garotinhas que se iludem com a sua beleza fútil e seu joguinho infantil. É tudo que você sabe fazer.
      Enquanto isso, pode ter certeza, estarei aqui,
                                                                           sendo feliz.


      Adeus :*
 
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Passou, graças A Deus.



     Pois bem, sofri, não nego (até porque, seria de longe uma baita hipocrisia), mas enfim, passou. As coisas passam, tudo nessa vida passa, graças A Deus. É inimaginavelmente ótima a sensação de não sofrer por amor, não sofrer pela falta dele, e nem sofrer por não amar! Ah, como é bom!!! É maravilhoso!! Demais até (: 
      Pode parecer insensato o que estou falando, mas é facilmente compreensível por alguém que já amou tanto quanto eu amei aquele rapaz... ah se é.. Enfim, de repente percebi que já respirava aliviada, já sorria novamente das bobagens dos meus amigos, já sorria das minhas ( inúmeras ) bobagens. Perfeito! 
     Incrivelmente não mais me apegava àquelas lembranças que me viam à cabeça. Nossa! É realmente incrível. Mas, de qualquer forma, não posso dizer que não mais o amo, até porque, como diz certo pensador: "amor que se acaba, nunca foi amor, foi sempre safadeza." ( a frase é estranha mas é bem verdadeira, não acha?) sendo assim, ainda o amo, a diferença é que agora, me amo muito mais. Incontávelmente mais...




É bom não amar, mais.
É bom não amar
Às vezes, um pouco.
É bom não depender da atitude de outrem,
sempre.
É bom respirar sem o peso de um amor cruel,
sem o martírio e murmúrios de um coração acuado,
É bom, vez em quando, ser feliz assim
Nem muito,
Nem pouco.
Sem a oscilação penosa de quando se ama.
É bom sorrir de satisfação por não amar...
Mais.

De Iasmin C., Recife, 31 de outubro de 2011.
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